Hoje, quando anoitecer, não vou deixar que fechem as cortinas só porque é hora de resguarda. Vou recolher para fora e percorrer os passeios remendados até encontrar alguém sentado na berma e aí sento-me eu também demasiado perto sem falar.
Hoje quando entrar em casa vou desligar as luzes e abrir as cortinas, para que pudesse ver de perfil as flores do aloendro, não sentindo o veneno, caso na cadeira me sentasse a olhar.


1 bitaites:
e porque sabe tão bem sentir uma leve e fresca brisa sobre a pele ao ponto de atingir o arrepio, também eu passo noites de janela aberta por entre a dança dos cortinados, na esperança de admirar as constelações e outros corpos celestes que me trazem à memória aqueles que connosco ja a vida não podem partilhar.
é o sol que se esconde e a noite aparece em seu lugar e torna o mundo mais calmo (talvez só deste lado), para amanhã o caos e a inveja voltarem a instalar-se... carpe diem
beijo
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