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bitaites
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Naquele dia, eu ia sozinha, de bicicleta. Estava calor, pudera!, havia relvado - coisa rara - lembrou-me a Áustria (como é possível?). Lembro-me do exacto recorte da paisagem quando o Sol cai e as cores que se formam. Sei que havia um ligeiro desconforto pelo tom da minha pele, aquela presença ali assim. E sei-o, sei-o, sei-o: cruzaram-se sim!
Entrei em casa eufórica, o veneno já tinha começado a provocar-me uma comichão, que vinha sobretudo do coração. O pai tinha acabado de ir embora, para Bali, em breve dir-me-ia que não havia hipótese de mudar o meu vôo em Agosto. Ia embora daí a pouco mais de duas semanas. Até chorei, porque não podia ser. A Rita tinha o problema inverso. Fomos sentar-nos no alpendre, no chão... perna para um lado, com a cabeça nas mãos. (Depois tudo isto mudou, no dia da partida, e foi a maior adrenalina que senti.)
Patatipatata, resumindo e concluindo, depois das Bonecas de Ataúro, eis quem eu quero trazer...







