Não se comoveu pelo facto de encontrar o seu livro nas mãos de uma menina perdida numa ilha do fim do mundo. Em vez disso, disse que eu deveria encontrar o meu próprio rumo. Ir atrás de qualquer coisa que me elevasse. Ao encontro de um território desconhecido ou de uma loucura, como ir sempre no rasto do Sol, esse soberbo pintor que deixa o horizonte barrado de manchas de tinta quando se levanta e quando se deita, como se expusesse as suas entranhas, para que se veja bem o seu interiorRequiem para o Navegador Solitário, Luis Cardoso
sábado, 2 de maio de 2009
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