Preciso de fotografar o que é o reflexo de uma grade trabalhada num vidro fosco de portada antiga do prédio de Mouzinho da Silveira. Mas não tenho máquina portanto faço-o com palavras.
E os recortes no limite da paisagem, que é o céu, porque estou alta, multiplicam-se em formas, curvas, relógios, cúpulas vítreas, sinos, rosas do vento, cruzes, o Norte.
A chuva vertical, não oblíqua, simplesmente deixa cair o seu peso frio de lágrimas atravessadas por raios de Sol. Todos batem nas pedras da calçada.
domingo, 21 de setembro de 2008
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1 bitaites:
de volta?
bom regresso!!!
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