Os meus olhos prenderam-se no momento dela assim que dei por aquela frase já eco no meu avesso.
Que o tempo, de tão suave, não cursava em si ao mesmo compasso do outro, que havia uma qualquer coisa lenta nos gestos, no ritmo sereno dos braços, como se a colher de mel estivesse sempre a diluir-se-lhe no céu-da-boca. Fosse só o calor. Contemplar a 30 rotações uma catarse deslocada de corpos que não deviam, que podiam não!, estar ali. Hipoteticamente, digo, não é por vontade de que não estivessem, simplesmente por encontrar em alguns desvios aleatórios de olhar uma avalanche de não serenidade, quais diásporas sem contexto.
E continua, ainda agora, a latejar na minha têmpora, a pulsar numa perna "acho que o imperfeito não participa do passado."


3 bitaites:
Amok?
AMOK!
...mas o presente é mais-que-perfeito!
comboio sentimental...:)
pouca-terra. pouca-terra. pouca-terra....
já te li.
foi intenso ler os teus posts de abril e maio. esta avalanche cria em mim uma certa estática criativa, só tenho um dissílabo a disparar: GOSTEI!
agora quero mais... e prometo ser assídua na minha leitura, para que os meus comments sejam um pouco mais... dinâmicos!
beijinhos da raínha das pencaaas, n estivesse eu na terra do Bolhão* (ah ah ah!!)
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