sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A certa hora da madrugada - julgo que quando ainda não havia tons diferentes, da negritude do céu, que cobre, amorfo - corria um vento, levando qualquer vestígio que tivesse ficado dos dias que passam. Varria em sonhos agitados, inconscientemente tudo o que se sabe, nos sussurros que dizem:

Eu, como rio.

Justificando assim o silêncio, como se coisas não fossem necessariamente ditas. Mas sim:

Tocam as margens, e correm, tocando.

4 bitaites:

Aestas disse...

easy and simple... shouldn't it be? http://vimeo.com/2884813

sarita disse...

it should and it is!
obrigada pelo vídeo, nuno, embora o meu problema seja ver filmes, ler livros, assim, a mais :)
bons passeios*

Aestas disse...

então! isso não é um problema, mesmo q seja a mais :)
parabéns pela escrita, pelo trabalho, pelos projectos!

Nuno Medon disse...

olá! Tem dias, em que não existe nada melhor que o silêncio! E sabe bem, ouvir o barulho as ondas, o chilrear dos pássaros, o cantar das rolas, das pombas... isto quando não existe barulho por perto. O silêncio sabe bem, e ouvir os animais também. beijos e uma boa semana!

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