terça-feira, 13 de abril de 2010

Somos livres, percorremos todos os sótãos furados e sentamos, sentimos corações como bombas, de vida.
Somos livres, a desistência já não mais existe e os braços são o que se prolonga do dia para as luzes quentes que nos cobrem.
Somos livres, sem raízes nem muros, deixamos o passo da vida decidir que podemos, esquecer o que sabemos, e é agora.
Somos livres, recusamos carregar segredos, e se a poesia é silêncio então a vida é igual a isto, mesmo assim, somos livres, não arranques fica marca deixa cair.

1 bitaites:

Inês Dias de Carvalho disse...

somos livres!

:)

ai q gostei mto...

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