1 bitaites terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Porque a decalcada vida lá se liberta para a calma, o trépido dia-a-dia lá se esfuma na imensidão da ternura do aparentemente vazio. E pois, eu penso que lá deveria estar; que para lá tenho de ir; que lá algo me espera.

António José Borges

1 bitaites segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dependi.
Conformi.
Pareci.

2 bitaites sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Era aqui, era aqui! Surgiu-me agora, como uma memória. Se não muito falei dele ou o registei neste blog, poderia tê-lo feito, pelas vezes que em mim suscitava alguma coisa. Buat ida, já havia alguma coisa.

Estava a ouvir as ondas brandas, meigas, a beijar a areia no meu fundo. No ar, o cheiro do churrasco a convidar o apetite, a abraçar a sugestão.
Ela disse assim, por símbolos, fui e um sorriso aberto. O sorriso veio depois de ter ido, ou permaneceu. De toda a forma, foi, com um sorriso. E a memória que surgiu quando a janela se fechou, era em mim um Baltazar (sim, os irmãos eram reis), que no erli sun se sentou - vinha com o alin, não dele, mas meu, irmão mais novo, e era impressionante: igual mas sem aquilo a que a Maria chamou "luz", o que está absolutamente correcto, já que é outro para quem o seu rei é luz.

Esteja ou não isto confuso, o que eu não sei é se falei ou não muito dele ou o registei neste blog, mas deixo esta fotografia, já que até agora o erli sun em imagens existia só na forma das palavras. Buat ida, já havia alguma coisa.
Eu, zen, Erli Sun, já noite, numa palhota em cima do mar, onde sempre quis estar durante o meu tempo em Timor. Nunca antes tinha lá estado, sei lá, talvez pelas vicissitudes da vida. Moris hanesan ne’e (já devem estar a ver com quem estava). E o cenário compunha-se para que um qualquer fenómeno disfarçado, desconhecido, fosse tomar lugar.

5 bitaites terça-feira, 17 de fevereiro de 2009




Obrigada ao Telmo pelo bacalhau, as favas, o vinho e o espaço. A abertura, a doidice, a visão e o apoio.

9 bitaites terça-feira, 10 de fevereiro de 2009


Naquele dia, eu ia sozinha, de bicicleta. Estava calor, pudera!, havia relvado - coisa rara - lembrou-me a Áustria (como é possível?). Lembro-me do exacto recorte da paisagem quando o Sol cai e as cores que se formam. Sei que havia um ligeiro desconforto pelo tom da minha pele, aquela presença ali assim. E sei-o, sei-o, sei-o: cruzaram-se sim!

Entrei em casa eufórica, o veneno já tinha começado a provocar-me uma comichão, que vinha sobretudo do coração. O pai tinha acabado de ir embora, para Bali, em breve dir-me-ia que não havia hipótese de mudar o meu vôo em Agosto. Ia embora daí a pouco mais de duas semanas. Até chorei, porque não podia ser. A Rita tinha o problema inverso. Fomos sentar-nos no alpendre, no chão... perna para um lado, com a cabeça nas mãos. (Depois tudo isto mudou, no dia da partida, e foi a maior adrenalina que senti.)

Patatipatata, resumindo e concluindo, depois das Bonecas de Ataúro, eis quem eu quero trazer...

2 bitaites domingo, 8 de fevereiro de 2009

E esta música que não me sai da cabeça. Não é fácil viver constantemente esta banda sonora, em todos os momentos, enquanto os outros falam, desde que acordo até que o faço outra vez.

17 bitaites segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

 

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