sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Era aqui, era aqui! Surgiu-me agora, como uma memória. Se não muito falei dele ou o registei neste blog, poderia tê-lo feito, pelas vezes que em mim suscitava alguma coisa. Buat ida, já havia alguma coisa.

Estava a ouvir as ondas brandas, meigas, a beijar a areia no meu fundo. No ar, o cheiro do churrasco a convidar o apetite, a abraçar a sugestão.
Ela disse assim, por símbolos, fui e um sorriso aberto. O sorriso veio depois de ter ido, ou permaneceu. De toda a forma, foi, com um sorriso. E a memória que surgiu quando a janela se fechou, era em mim um Baltazar (sim, os irmãos eram reis), que no erli sun se sentou - vinha com o alin, não dele, mas meu, irmão mais novo, e era impressionante: igual mas sem aquilo a que a Maria chamou "luz", o que está absolutamente correcto, já que é outro para quem o seu rei é luz.

Esteja ou não isto confuso, o que eu não sei é se falei ou não muito dele ou o registei neste blog, mas deixo esta fotografia, já que até agora o erli sun em imagens existia só na forma das palavras. Buat ida, já havia alguma coisa.
Eu, zen, Erli Sun, já noite, numa palhota em cima do mar, onde sempre quis estar durante o meu tempo em Timor. Nunca antes tinha lá estado, sei lá, talvez pelas vicissitudes da vida. Moris hanesan ne’e (já devem estar a ver com quem estava). E o cenário compunha-se para que um qualquer fenómeno disfarçado, desconhecido, fosse tomar lugar.

2 bitaites:

mãenuela disse...

não percebi nada, mas que a paisagem é bonita, lá isso é

Inês Dias de Carvalho disse...

...escreveste um post em html/CSS ou em java...? é q n pisco nenhuma dessas linguagens..

se estás a escrever um livro de contos à boa moda anciã, edita-o q é para eu perceber o principio, o meio e o fim!:)

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