sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Considero o meu sentido de orientação bastante bom e faço o estilo mapa na mão.
Embora sinta um grande desconforto quando tenho de tomar decisões, sei que as opções que tenho escolhido para a vida são sempre sensatas, informadas e promissoras.
Nunca fui trenga a conduzir. Nem nos primeiros tempos de carta!

E é por tudo isso que me questiono (“i wonder” :)… Mas porquê esta tendência natural para, na estrada, em caso de dúvida, escolher SEMPRE a saída errada?
(paradoxalmente quando a tento contrariar, caio no mesmo erro)

2 bitaites:

neca disse...

Tem uma solução fácil!

Quando vais a sair e vês que não era por ali dizes: ai deixa-me ver se dá para ir por aqui. E depois de uma boa meia hora as voltas dizes: ai afinal não, tem de ser mesmo pela outra.

;) Assumption is the mother of all fuckups

Inês Dias de Carvalho disse...

oh valentaine, tenhú a tua prenda a derreter...

Tb tenho esse instinto... Sempre atribui esse meu lado ao facto de eu ter espírito de pioneira e de exploradora... Já encontrei muito Portugal Desconhecido e grandes marcos da arquitectura... adoro aquelas casa com azulejos de casa de banho que de repente tornam a estrada, que nos intervalos dos buracos tem algum pavimento, 10x mais estreita. Questiono-me (ou como o meu cérebro diz "I wonder") como seria percorrer o caminho errado numa charrette com o Alberto Caeiro a comentar a paisagem...

Para quê acertar na saída... Como diz o José Régio: Não Vou Por Aí!

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